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O financiamento imobiliário permite pagar o imóvel em diversas parcelas. Os interessados devem atender a certos pré-requisitos e se atentar às condições, como limite de crédito, taxas de juros, prazos para pagamento, tipo do imóvel, entre outros.
Realizar o sonho da casa própria ficou mais fácil com o financiamento imobiliário. Diferentes bancos e instituições financeiras oferecem esse tipo de produto para facilitar a aquisição de residências.
Esse modelo permite o pagamento do imóvel em parcelas que podem durar até 35 anos.
A casa própria é um dos principais desejos dos brasileiros. Porém, comprar um imóvel não é fácil. Esses bens são caros e poucas pessoas têm condições ou disciplina para economizar dinheiro suficiente para pagar à vista.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP) o mercado de imóveis se mostrou resistente à pandemia apresentando crescimento de 57,5% nos valores financiados em 2020 comparado com o ano anterior.
Se você tem a vontade de ter um imóvel para chamar de seu é fundamental conhecer as alternativas de compra para fazer um financiamento sem erro.
Entenda como funciona esse tipo de empréstimo, como contratar um financiamento imobiliário, tipos, regras e taxas.
O financiamento imobiliário é uma linha de crédito de longo prazo, oferecida por instituições financeiras e bancos públicos ou privados com a finalidade específica de aquisição de imóveis, sejam novos ou usados, prontos, na planta ou em construção.
Os recursos viabilizam a compra do bem pelo consumidor, que depois paga a dívida em parcelas à instituição que concedeu o crédito, acrescidas de juros e correção.
Essa é a modalidade de crédito com as taxas mais baixas do mercado e os prazos mais longos, de até 35 anos. Em geral, as instituições financeiras cobrem até 90% do valor.
Dados da Abecip - Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - mostram que junho de 2021 foi mais um mês marcado por recordes do crédito imobiliário.
Os valores financiados atingiram R$ 19,66 bilhões, o maior volume nominal mensal registrado na série histórica iniciada em 1994.
O montante foi 12,5% superior ao observado em maio e, comparado com junho do ano passado (R$ 9,27 bilhões), cresceu 112,1%.
Valores Financiados. Fonte: ABECIP
Foram financiados em junho de 2021, nas modalidades de aquisição e construção, 86,2 mil imóveis, número 17,8% superior ao de maio. Comparado a junho de 2020, a alta atingiu 160%.
Unidades financiadas. Fonte: ABECIP
O financiamento imobiliário funciona como um adiantamento para a compra de um imóvel para quando a pessoa não possui o valor total para a compra do bem.
Quando aprovado, a instituição financeira paga ao vendedor do imóvel o valor pedido, que pode ser a quantia total ou apenas uma parte.
Em outras palavras, o banco compra o imóvel para você. A partir desse momento sua dívida é com a instituição, a qual você paga as parcelas mensalmente pelo período e taxas acertados entre as partes.
Em geral, as instituições liberam até 80% a 90% do valor do imóvel para financiamento.
Para fazer um financiamento imobiliário, o interessado deve fazer uma simulação com um dos nossos profissionais e se dirigir até a instituição escolhida com os documentos exigidos.
Além de comprovar as informações básicas como a capacidade de pagamento, o interessado deve informar qual é o imóvel que deseja comprar, o valor e a quantia disponível para dar de entrada, se for o caso.
Faremos uma uma análise de crédito do cliente. Isso significa verificar o “score” de crédito, renda e capacidade de pagamento.
Esta avaliação é determinante para a concessão ou não do crédito e na taxa de juros do financiamento.
Se for aprovado, a instituição desembolsa o valor e a pessoa deverá pagar parcelas ao banco até quitar o crédito cedido.
Durante esse período, o imóvel fica vinculado à pessoa que fez a compra, porém, ele não pode ser negociado até que seja feita a quitação do financiamento. Excetuando-se em alguns casos.
Em geral, é exigida uma entrada de 20% do valor do imóvel, contudo, nada impede que o comprador ofereça uma porcentagem maior, reduzindo o total financiado.
Especialistas recomendam pagar o máximo possível de entrada. Dessa forma, poderá baratear o financiamento, uma vez que os juros são calculados sobre o saldo devedor.
O próprio imóvel financiado é a garantia da operação. Caso as parcelas do financiamento não sejam pagas, a instituição financeira pode retomar a posse.
A modalidade mais utilizada é a alienação fiduciária, na qual o bem fica alienado a quem empresta o dinheiro até a quitação.
A avaliação do imóvel tem por objetivo verificar o valor do imóvel e se este corresponde ao valor real de mercado.
A avaliação é um serviço cobrado. Um especialista indicado pelo banco realiza a vistoria do imóvel in loco e analisa características como estado de conservação, estabilidade e solidez das estruturas, entre outros aspectos.
O valor total a ser financiado é a soma de várias partes. De forma geral, inclui o montante a ser financiado, a taxa de juros, seguro de morte e invalidez, seguro de danos físicos ao imóvel e eventuais taxas administrativas.
O cálculo das prestações depende do que foi definido em contrato entre o cliente e a instituição financeira, além do sistema de amortização aplicado.
As prestações e o saldo devedor são corrigidos pela variação de um índice. É importante destacar que a correção monetária e juros do financiamento são coisas diferentes.
Enquanto os juros são uma forma de remuneração ao banco que fez o empréstimo, a correção é resultado da atualização dos valores conforme o tempo.
Os principais índices de reajuste aplicados aos contratos de financiamento imobiliário são a Taxa Referencial (TR), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) ou o Índice Nacional da Construção Civil (INCC).
Os juros são a remuneração que a instituição financeira cobra para emprestar o dinheiro.
Em julho de 2021, as taxas aplicadas estavam, em média, de 7% ao ano.
O valor mais baixo se deve aos valores menores da Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que chegou ao nível mais baixo da sua história em 2020, de 2% ao ano.
Os juros do financiamento imobiliário seguiram a mesma tendência.
Mesmo com o Banco Central voltando a aumentar a Selic, que certamente irá gerar um reajuste nas taxas imobiliárias, os juros do financiamento imobiliário tendem a continuar mais baixos do que eram a alguns anos atrás.
Para efeito de comparação, em 2017 os juros do financiamento imobiliário estavam em 11,4% ao ano, em média.
Existem dois seguros obrigatórios na contratação de um financiamento imobiliário, são eles: o seguro contra Danos Físicos ao Imóvel (DFI) e o seguro de Morte e Invalidez Permanente (MID).
O primeiro tem como objetivo cobrir danos físicos causados ao imóvel por fatores externos como chuva, enchentes, queda de árvore, etc.
O segundo assegura que, em caso de morte ou invalidez permanente do comprador, o banco receberá seu dinheiro.
O custo total dos dois seguros é de cerca de 3% a 5% do valor do imóvel e é pago juntamente com as parcelas do financiamento.
Por mais que estes seguros sejam obrigatórios, eles não precisam ser contratados no mesmo banco que irá realizar o financiamento.
Além disso, é possível trocar de seguradora no decorrer do contrato, desde que de acordo com as normas do setor.
Os dois principais sistemas de financiamento imobiliário no Brasil são o SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e SFI (Sistema Financeiro Imobiliário).
O SFH foi criado em 1964 para suprir a carência de crédito habitacional existente na época. Ele tem limites estabelecidos pelo Governo, como valor máximo do imóvel a ser financiado, taxa de juros e comprometimento da renda do comprador.
Em 1997, por meio da Lei nº 9.514, foi criado outro modelo, o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) que está livre desses limites.
A origem do dinheiro para os financiamentos também diferem de acordo com o tipo. As fontes principais são a caderneta de poupança, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e os títulos de crédito imobiliário.
O SFH é regulamentado pelo Governo Federal e funciona dentro de certos limites. Os recursos do SFH são provenientes da caderneta de poupança e do FGTS e podem ser utilizados para três finalidades: compra, reforma ou construção de uma casa.
O programa Minha Casa Minha Vida também integra o SFH.
Para se enquadrar no SFH, o imóvel precisa ser residencial e localizado em área urbana, na mesma região onde o interessado reside ou trabalha há pelo menos um ano.
O valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 1,5 milhão e o financiamento não pode representar mais de 80% do valor do imóvel, incluindo despesas acessórias.
Além disso, o valor da prestação do financiamento não pode comprometer mais de 30% da renda mensal bruta do consumidor.
As regras que regem o SFH são supervisionadas pelo Banco Central e foram atualizadas em 2018.
Antigamente, o valor máximo da taxa de juros era de 12%. Contudo, com as novas normas que começaram a valer em 2019, as instituições estão livres para negociar com o cliente esse valor.
O prazo máximo do financiamento é de 35 anos, e o tomador precisa estar com o nome limpo, ou seja, não ter negativação no SPC Serasa ou pendências com a Receita Federal.
O SFI engloba todos os modelos de financiamentos que não estão dentro das regras estabelecidas para o SFH.
Esse modelo é considerado um sistema que permite a livre negociação entre clientes e instituições financeiras.
Os financiamentos pelo SFI não estão subordinados às limitações, especialmente no que se refere ao perfil do patrimônio, como por exemplo valor do imóvel, localização, comprometimento da renda, taxa de juros, entre outros.
Em geral, os financiamentos neste modelo cobrem até 90% do total do bem e os prazos de pagamento vão até 35 anos.
O SFI é um importante instrumento de fomento ao mercado imobiliário, uma vez que possibilita que outros imóveis sejam financiados, como imóveis para fins comerciais, em áreas rurais e unidades com o objetivo de revenda ou locação.
A fonte de recursos do SFI vem da emissão de títulos de crédito imobiliário como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), as Cédulas de Crédito Imobiliário (CCIs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).
Outra alternativa disponível é fazer o financiamento diretamente com a construtora. Isso é bem comum para imóveis comercializados na planta ou em construção.
Nesse caso, o comprador paga uma entrada e parcelas até a entrega das chaves, quitando entre 30% e 40% do valor do bem.
O saldo restante pode ser financiado por uma instituição financeira ou pela própria empresa responsável pela obra.
No primeiro caso, o modelo é o mesmo dos demais financiamentos feitos através dos bancos.
O sistema de amortização de um financiamento é a forma como o valor principal, isto é, o valor emprestado será pago (amortizado) ao longo do contrato.
O modelo escolhido será crucial para o cálculo do valor da parcela mensal a ser paga.
Os principais modelos são: Sistema de Amortização Constante (SAC), Tabela Price e Sistema de Amortização Crescente (Sacre).
Independente do sistema escolhido, você pode amortizar o financiamento imobiliário e pagar menos juros, ou seja, adiantar o pagamento de uma parte do saldo devedor.
No SAC (Sistema de Amortização Constante), como o próprio nome diz, a amortização acontece de maneira constante. Em cada prestação um valor idêntico é destinado para reduzir o valor da dívida.
O que varia são os juros, e, naturalmente, o valor das prestações, que vão diminuindo ao longo do financiamento.
O cálculo é feito dividindo o valor financiado pelo número de meses para quitar o valor. Por exemplo, para um financiamento de R$ 200 mil, em 200 meses, R$ 1 mil serão dedicados para a amortização a cada mês.
Cada parcela nesse sistema corresponderá ao valor da amortização somado aos juros aplicados sobre o saldo devedor.
Como trata-se de um sistema mais agressivo de amortização, as parcelas no início do pagamento serão maiores e diminuirão ao longo do tempo, uma vez que o saldo devedor cai mais rapidamente, assim como os juros.
O sistema de amortização SAC é indicado para quem pode pagar um valor maior no início e esperar por prestações mais suaves no futuro.
No sistema da Tabela Price o valor da prestação se mantém constante durante todo o período do empréstimo/financiamento.
O que muda na composição da parcela é que ao longo do tempo, a amortização aumenta e os juros decrescem, mas o valor desembolsado mensalmente pelo comprador é mantido no mesmo patamar.
Dessa forma, no primeiro mês, o devedor irá pagar um pequeno valor referente à amortização e a maior parte do valor da prestação está relacionada ao pagamento dos juros.
No mês seguinte, a quantia referente aos juros é um pouco menor, uma vez que o saldo devedor diminuiu no pagamento da primeira parcela.
Porém, como as parcelas são fixas, o valor da amortização aumenta para compensar a diferença e assim sucessivamente.
No último mês, o valor dos juros é bem pequeno, já a quantia relacionada à amortização corresponderá à maior parte da prestação.
A tabela Price é indicada para quem tem menos recursos disponíveis no início do financiamento e por quer previsibilidade, uma vez que da primeira à última parcela o valor é o mesmo.
O sistema Sacre é um misto de SAC com a Tabela Price, onde as amortizações terão um valor cada vez maior e juros cada vez menores.
Por isso, as parcelas terão um valor crescente no início, diminuindo ao longo do tempo por conta da redução do saldo devedor e, consequentemente, dos juros.
Assim como no SAC, o Sacre garante uma redução mais rápida da dívida e uma economia no total desembolsado.
Financiar um imóvel envolve uma série de encargos e custos extras que muitas vezes são esquecidos pelo comprador. É essencial conhecer todos os valores para garantir um bom planejamento na hora de adquirir a sua casa própria.
O financiamento imobiliário tem um Custo Efetivo Total (CET) que vai além dos juros e da amortização. Ele inclui seguros obrigatórios, tarifas bancárias, avaliação do imóvel, taxas de administração que podem ser diferentes em cada instituição financeira.
Portanto, é imprescindível comparar os bancos para se certificar de que você está escolhendo a solução mais vantajosa para o seu bolso.
Além desse valor presente em todas as parcelas do financiamento, existem diversos outros custos que envolvem o processo de compra de um imóvel.
Inclua na lista de despesas os custos com a documentação de imóvel, como gastos com cartório, Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), registro de compra e escritura.
O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo municipal que é cobrado no caso de o imóvel já possuir um proprietário. O seu valor varia de acordo com a cidade e pode chegar a 3% sobre o valor total da transação. Fortaleza e Caucaia em média é 2%. Podendo ter isenção para algumas categorias em específico. Bastando solicitar a guia na prefeitura, preencher e aguardar a análise.
A escritura é o documento que transfere a validade jurídica da propriedade de um bem imóvel de seu vendedor ao novo dono. O valor varia de acordo com o tabelionato responsável.
Já o registro do imóvel é um documento obrigatório para quem deseja financiar o bem. É ele quem confirma quem é o proprietário do imóvel, atestando a existência da propriedade no livro de registros da comarca da cidade que está localizado.
Os valores variam muito de estado para estado e dependem também do valor total da transação.
As vantagens do financiamento imobiliário são grandes quando você, de fato, está programado para isso.
Além de sair do aluguel, o financiamento permite a compra de um patrimônio sem precisar ter o valor total à vista e com o pagamento das prestações a longo prazo.
O imóvel financiado pode ser utilizado assim que a liberação do contrato é feita, caso se opte por um imóvel pronto.
As condições facilitadas são a grande vantagem do financiamento de imóveis. Esta modalidade de crédito muitas vezes é a única possibilidade de realizar o sonho da casa própria.
Além de não precisar dispor de todo o valor do imóvel, ele permite o pagamento das prestações em até 35 anos.
Outro benefício do financiamento imobiliário é a possibilidade de utilizar o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para amortizar parcelas ou até mesmo liquidá-las.
O financiamento proporciona a construção de um patrimônio próprio, além de ser uma grande oportunidade para economizar dinheiro deixando de pagar aluguel.
A casa própria também propicia mais segurança para a família. Como o imóvel que será todo seu poderá um dia vender ou alugá-lo obtendo retorno financeiro.
Por mais que o financiamento imobiliário permita o parcelamento por longos períodos, isso não significa, necessariamente, que você deva esperar até o final das parcelas.
Dependendo da sua organização e condições financeiras, é possível antecipar as prestações ou até mesmo liquidar o financiamento antes.
O processo de financiamento acaba reduzindo o risco de problemas com o imóvel escolhido, uma vez que inclui a avaliação do imóvel, análise da documentação do bem e do vendedor e seguros para proteger o seu bem, garantindo uma transação muito mais tranquila.
Apesar de "facilitar" a compra do imóvel, o financiamento também tem algumas desvantagens que podem pesar na hora de escolher financiar ou não um bem.
Por mais que o prazo de pagamento possa ser uma vantagem, ele também é uma desvantagem, uma vez que compromete a renda por muito tempo. Além disso, é difícil prever as condições financeiras no futuro.
Isso sem contar com as altas taxas que fazem com que, ao final do financiamento, você pague muito mais pelo imóvel.
O financiamento imobiliário requer um bom planejamento financeiro. Manter uma reserva de emergência para eventualidades é altamente recomendado.
Uma desvantagem clara do financiamento de imóveis é o pagamento de juros elevados.
Ao optar por essa modalidade, o investidor gasta mais dinheiro para finalizar a compra do que gastaria em um Consórcio para Comprar um Imóvel ou economizando e investindo para pagar à vista.
As instituições financeiras exigem diversos documentos e comprovantes de renda para aprovar o crédito. Esse processo pode ser um tanto demorado e burocrático.
Além disso, seu Score de crédito conta muito e pessoas com o nome sujo não conseguem aprovação.